Caso a paciente apresente colelitíase, o tratamento videola...
Gabarito comentado
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Tema central: Trata-se do manejo cirúrgico da colelitíase sintomática em paciente adulta jovem, focando na vantagem da técnica videolaparoscópica comparada à abordagem aberta — especialmente em relação à dor pós-operatória.
Justificativa da alternativa correta ("Certo"):
A colecistectomia videolaparoscópica é considerada o padrão-ouro para o tratamento cirúrgico da colelitíase não complicada. Diretrizes clínicas e múltiplos ensaios apontam que essa técnica resulta em menor dor pós-operatória graças às incisões menores e à menor manipulação dos tecidos abdominais, proporcionando também recuperação mais rápida e menor tempo de internação.
Segundo o Protocolo de Encaminhamento para Pacientes com Colelitíase: "São elegíveis para colecistectomia videolaparoscópica no Hospital Estadual os pacientes que: [...] Desejarem tratamento cirúrgico."
Revisões sistemáticas recentes apontam diminuição das complicações (8% videolaparoscópica vs. 15% aberta) e melhor qualidade de vida no pós-operatório, evidenciando que a dor significativa é consideravelmente reduzida após a laparoscopia em comparação à técnica aberta.
Análise da alternativa incorreta ("Errado"):
Assinalar "Errado" seria equivocado, pois iria contra os dados de evidência. Ressalte-se que a cirurgia aberta é uma exceção reservada para casos de contraindicações específicas à laparoscopia ou conversão intraoperatória. Portanto, ao afirmar que a videolaparoscopia não reduz a dor pós-operatória, o candidato incorreria em erro conceitual e desatualização em relação às diretrizes e evidências clínicas.
Pontos-chave para a interpretação da questão:
O enunciado descreve sintomas clássicos de cólica biliar em paciente jovem, sem sinais de complicação (como febre, icterícia ou sinais de sepse). Examinando assertivamente a abordagem cirúrgica, a questão cobra o conhecimento das vantagens técnicas da laparoscopia, muito exploradas em concursos.
Atenção às pegadinhas: Não confunda procedimentos (laparoscópico vs. aberto), nem generalize situações excepcionais de contraindicação.
Referências e Protocolos:
Além do Protocolo de Encaminhamento (2019), recomendam-se ainda obras como Sabiston – Tratado de Cirurgia e Harrison's Principles of Internal Medicine para embasar a escolha da videolaparoscopia como abordagem de preferência.
Resumo Final: A colecistectomia videolaparoscópica realmente proporciona menor intensidade de dor no pós-operatório, corroborado por protocolos nacionais e literatura internacional.
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