Multípara, com gestação de 34 semanas, chega à maternidade ...
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Para abordar corretamente a questão proposta, é crucial entender que estamos lidando com um cenário de trabalho de parto prematuro em uma gestante de 34 semanas. Neste contexto, os sinais e sintomas apresentados pela paciente incluem dores em cólica, endurecimento do abdome, contrações uterinas frequentes, e alterações no colo uterino. A vitalidade fetal está preservada, o que é um dado importante para a conduta.
Justificativa para a Alternativa Correta (D): A melhor conduta, conforme indicado na alternativa D, é manter repouso em observação e reavaliar o quadro após duas horas. Para gestantes com menos de 37 semanas, é importante avaliar se o trabalho de parto vai progredir. Em casos de trabalho de parto prematuro, as diretrizes médicas muitas vezes recomendam repouso e observação inicial, principalmente em situações onde a vitalidade fetal está preservada e não há sinal de sofrimento fetal ou risco iminente.
Agora, vamos analisar as alternativas incorretas:
Alternativa A: A administração de terbutalina associada a corticoesteroide seria indicada se estivéssemos tentando suprimir o trabalho de parto e promover a maturação pulmonar fetal em um estágio mais precoce de gestação. Entretanto, aos 34 semanas, os benefícios dos corticoesteroides são menos significativos e os riscos do uso de terbutalina podem superar seus benefícios, especialmente sem sinais claros de necessidade de intervenção imediata.
Alternativa B: Iniciar partograma e acompanhar a evolução do trabalho de parto é uma conduta mais apropriada para um trabalho de parto ativo ou a termo. Como estamos lidando com um caso de possível trabalho de parto prematuro, a abordagem inicial deve ser de cautela.
Alternativa C: A administração de indometacina e antibioticoterapia endovenosa não é a conduta padrão neste caso. A indometacina pode ser usada como tocolítico, mas é mais indicada em gestações pré-termo antes das 32 semanas. Além disso, não há indicação explícita de infecção que justifique o uso de antibióticos.
Em resumo, a melhor abordagem é a observação cuidadosa e o repouso, com reavaliação subsequente. Isso permite monitorar a evolução do quadro e tomar decisões informadas sobre intervenções futuras.
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