No semiárido nordestino, a palma forrageira desempenha pape...
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Ano: 2026
Banca:
EDUCA
Órgão:
Prefeitura de Triunfo - PE
Prova:
EDUCA - 2026 - Prefeitura de Triunfo - PE - Engenheiro Agrônomo |
Q4301489
Engenharia Agronômica (Agronomia)
No semiárido nordestino, a palma forrageira desempenha
papel indispensável na viabilização da pecuária,
funcionando como a principal fonte de água e energia para
os rebanhos durante os longos períodos de estiagem.
Contudo, há cerca de duas décadas, a sustentabilidade
dessa cultura vem sendo severamente ameaçada pela
rápida dispersão de uma praga de alto impacto econômico.
Para lidar com essa ameaça e orientar os produtores rurais,
o Engenheiro Agrônomo deve ser capaz de diagnosticar a
ocorrência do inseto e prescrever estratégias sustentáveis
de manejo.
Analise as alternativas abaixo sobre a ocorrência e o manejo integrado da principal praga da palma forrageira no semiárido.
I. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) é um inseto hemíptero sugador que extrai seiva dos cladódios da palma forrageira e injeta toxinas na planta, provocando clorose, amarelecimento, definhamento e perda rápida do estande em clones suscetíveis, sendo facilmente identificada no campo pela presença de colônias protegidas por uma secreção filamentosa de aspecto esbranquiçado.
II. O método mais eficiente, econômico e ecologicamente sustentável para a convivência de longo prazo com a cochonilha-do-carmim no sertão nordestino é o controle genético, fundamentado na substituição de clones suscetíveis (como a palma Gigante) por clones com resistência genética comprovada, a exemplo de genótipos pertencentes às espécies Opuntia stricta (como a Orelha de Elefante Mexicana) e Nopalea cochenillifera (como a palma Miúda ou Doce).
III. A cochonilha-do-carmim apresenta hábito alimentar estritamente subterrâneo e mastigador, danificando de forma exclusiva a raiz pivotante da palma forrageira, o que impede qualquer diagnóstico visual nos cladódios aéreos e exige o controle fitossanitário sistemático por meio de aração profunda e aplicação de inseticidas granulados via solo.
IV. O desenvolvimento e a reprodução da cochonilha-docarmim ocorrem de forma restrita e isolada em cultivos de palma forrageira sob irrigação localizada e cultivo protegido (casas de vegetação), sendo o inseto incapaz de sobreviver ou se disseminar em plantios comerciais de sequeiro a pleno sol devido à alta radiação ultravioleta da caatinga.
Estão CORRETAS:
Analise as alternativas abaixo sobre a ocorrência e o manejo integrado da principal praga da palma forrageira no semiárido.
I. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) é um inseto hemíptero sugador que extrai seiva dos cladódios da palma forrageira e injeta toxinas na planta, provocando clorose, amarelecimento, definhamento e perda rápida do estande em clones suscetíveis, sendo facilmente identificada no campo pela presença de colônias protegidas por uma secreção filamentosa de aspecto esbranquiçado.
II. O método mais eficiente, econômico e ecologicamente sustentável para a convivência de longo prazo com a cochonilha-do-carmim no sertão nordestino é o controle genético, fundamentado na substituição de clones suscetíveis (como a palma Gigante) por clones com resistência genética comprovada, a exemplo de genótipos pertencentes às espécies Opuntia stricta (como a Orelha de Elefante Mexicana) e Nopalea cochenillifera (como a palma Miúda ou Doce).
III. A cochonilha-do-carmim apresenta hábito alimentar estritamente subterrâneo e mastigador, danificando de forma exclusiva a raiz pivotante da palma forrageira, o que impede qualquer diagnóstico visual nos cladódios aéreos e exige o controle fitossanitário sistemático por meio de aração profunda e aplicação de inseticidas granulados via solo.
IV. O desenvolvimento e a reprodução da cochonilha-docarmim ocorrem de forma restrita e isolada em cultivos de palma forrageira sob irrigação localizada e cultivo protegido (casas de vegetação), sendo o inseto incapaz de sobreviver ou se disseminar em plantios comerciais de sequeiro a pleno sol devido à alta radiação ultravioleta da caatinga.
Estão CORRETAS: