Servidora de 55 anos, professora universitária,
requer aposentadoria por invalidez alegando
fibromialgia e transtorno depressivo grave. Na
avaliação pericial, a junta médica constata: (1)
critérios diagnósticos preenchidos para transtorno
depressivo maior moderado e fibromialgia; (2) a
servidora realizou apenas dois meses de tratamento
com fluoxetina 20 mg/dia, dose subterapêutica, com
múltiplas faltas às consultas de acompanhamento;
(3) não aderiu a tratamento fisioterápico ou
multidisciplinar para fibromialgia; (4) exame psíquico
pericial: humor deprimido, mas sem lentificação,
mantém funções cognitivas preservadas,
autocuidado adequado, relatou ter ido ao shopping
no dia anterior. Considerando os princípios da
avaliação pericial e a Lei 8.112/1990, a conduta
MAIS adequada é: