Otratamento da infecção pelo vírus influenza, além demedidas...
I. Paciente, 18 meses de idade, com quadro de rinorreia e febre de 37,9° C há um dia; frequência respiratória (FR) de 28 incursões respiratórias por minuto (irpm); ausculta pulmonar sem alterações; saturação de oxigênio: 97%.
II. Paciente, 15 anos de idade, usuário crônico do ácido acetilsalicílico por cardiopatia congênita; quadro de rinorreia e dispneia leve; FR: 18 irpm; saturação de oxigênio: 99%.
III. Paciente, 12 anos de idade, com quadro de febre de 38° C; dispneia e queda do estado geral há 4 dias; FR: 40 irpm; saturação de oxigênio: 92%; presença de tiragem costal.
O atual protocolo de tratamento de influenza do Ministério da Saúde no Brasil indica o uso do oseltamivir nas seguintes situações clínicas:
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: O protocolo do Ministério da Saúde indica oseltamivir para síndrome gripal com fator de risco para complicações e para todos os casos de SRAG. Assim, o caso I é indicado por ter 18 meses, o caso II por cardiopatia congênita, e o caso III por quadro compatível com SRAG, o que sustenta o gabarito A.
- Separe a decisão em dois blocos: síndrome gripal com fator de risco e SRAG; ambos podem indicar oseltamivir.
- Em pediatria, menor de 2 anos é critério de risco por si só, mesmo sem sinais de gravidade no exame.
- Cardiopatia crônica deve ser valorizada como fator de risco protocolar para complicações por influenza.
- Se houver sinais de SRAG, não descarte antiviral apenas porque o quadro começou há mais de 48 horas.
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