Na divisão por zonas de lesão dos tendões flexores, as polia...
Na divisão por zonas de lesão dos tendões flexores, as polias flexoras anulares e circunflexas estão na zona
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Tema central: A questão aborda a anatomia das zonas de lesão dos tendões flexores da mão, especialmente a localização das polias flexoras anulares e circunflexas. Conhecer essa divisão é fundamental para o manejo adequado de lesões dos flexores digitais.
Justificativa da alternativa correta (B - Zona 2): A divisão clássica das zonas dos tendões flexores (Verdan, 1960) visa facilitar o entendimento e a abordagem cirúrgica das lesões. A Zona 2, chamada “zona de ninguém”, estende-se da inserção do flexor superficial (FDS) à base dos dedos até a falange média. É nesta região que os tendões flexor superficial e profundo estão juntos em uma bainha sinovial, sendo mantidos próximos ao osso pelas polias anulares e circunflexas. Essas estruturas evitam o arqueamento dos tendões durante a flexão e minimizam atrito, sendo essenciais para a função normal dos dedos.
Segundo Green's Operative Hand Surgery (6ª ed, p.1577): “A Zona 2 é notória pela complexidade anatômica, pois nela coexistem as polias anulares, cruciformes e os tendões flexores profundos e superficiais em uma mesma bainha.”
Análise das alternativas incorretas:
A) Zona 1: Corresponde à região distal ao FDS, apenas o tendão flexor profundo está presente. Não contém as polias anulares/circunflexas relevantes.
C) Zona 3: Refere-se à palma da mão, proximal à inserção dos tendões digitais, sem bainha comum e sem a concentração de polias flexoras anulares/circunflexas.
D) Zona 4: Contém o túnel do carpo; os tendões passam juntos sob o ligamento transverso do carpo, mas não há as polias mencionadas na questão.
E) Zona 5: Localiza-se no antebraço – bem proximal ao sistema de polias digitais.
Detalhe de prova: Atenção ao termo “polias flexoras anulares e circunflexas”, pois é na zona 2 onde se concentram essas estruturas. As bancas frequentemente confundem os candidatos com descrições anatômicas semelhantes de zonas próximas.
Resumo: A chave é conhecer as divisões e as estruturas anatômicas relacionadas. Esse conteúdo é recorrente tanto em concursos quanto em situações clínicas, fundamentando decisões cirúrgicas e de reabilitação.
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