Leia o texto 'Solidariedade é a ordem (editorial)' e, em se...
Nenhuma corrente é mais forte do que seu elo mais fraco. A regra, ditada pela sabedoria popular, se aplica a pessoas e sociedades. Em época de novo coronavírus, a lição por ela ensinada deve ser levada às últimas consequências. Quem pode mais ajuda quem pode menos.
I. Com base em uma máxima popular, o texto sustenta a ideia de que os atos de solidariedade, durante a epidemia do novo coronavírus, passam também pelo fato de manter em suas casas os servidores domésticos (como as diaristas), mas remunerá-los, já que quase sempre eles moram na periferia e, para chegar ao local de trabalho, precisam de transporte público.
II. A partir do cenário de pandemia, o texto enfatiza que o governo federal realize a proteção de todos aqueles que se encontram em uma situação econômica mais frágil, como as diaristas e os cidadãos cuja renda depende do fluxo de pessoas e mercadorias.
III. O último período do texto (A catástrofe, ao contrário da Lei Áurea, ceifará a vida de pobres e ricos) estabelece um paradoxo entre a pandemia promovida pelo coronavírus e a Lei Áurea que, apesar de libertar os escravizados, fez muitos ricos e pobres perderem a vida.
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