Mauro e Isabel comparecem ao Registro Civil das Pessoas
Naturais com o objetivo de reconhecer, de forma conjunta, a
filiação socioafetiva de uma criança, já registrada com filiação
biológica estabelecida. Alegam convivência contínua e vínculo
afetivo consolidado, sem qualquer litígio ou oposição de Lúcio e
Joana, genitores biológicos.