As atividades corporais nas comunidades
indígenas, como danças, jogos tradicionais e
práticas corporais ritualísticas, devem ser
compreendidas para além de seu valor biológico
ou motor e reconhecidas como expressão cultural,
relacional e identitária, contribuindo para uma
concepção de saúde integral que contempla corpo,
mente e território.
Essa afirmação está