Olívia é uma jovem diretora escolar. Ela aproveitou a reunião com sua supervisora de ensino para perguntar como lidar
com o que ela entendia ser inveja ou ressentimento de seus
colegas sob sua gestão. A supervisora se recordou da Teoria
dos Traços de Personalidade, apresentada no livro Liderança
em gestão escolar (Lück, 2010): “Toda teoria tem seus limites,
mas eu penso que alguns traços ali são bacanas mesmo da
gente pensar sobre e tentar cultivar”. Mais tarde, Olívia leu o
seguinte excerto na obra indicada, a respeito dos líderes:
“Sabem o que dizer e como dizer, no momento adequado, evitando agir para resolver problemas e comunicar-se
de modo impensado, emocional, expressando suas subjetividades e frustrações. Portanto, sabem negociar, estabelecer mediações em situações de conflito, enfrentando-as
com naturalidade e competência. Também são capazes de
lidar com habilidade e tato diante de expressões de inveja,
ciúme, malquerença, ressentimentos, desconfianças, raiva, que apareçam no ambiente escolar, compreendendo a
dimensão humana dessas emoções e oferecendo elementos para humanizá-las”.
A supervisora se recordou das limitações da teoria dos
Traços de Personalidade, quando adotada como orientação única. Na obra lida por Olívia, Lück (2010) indica,
entre outras críticas, que essa teoria
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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