“Nos portos, essa realidade [da 4ª Revolução Industrial]
já é planejada e executada. A principal característica dessa
Revolução é a digitalização dos processos. O fundamento
básico consiste em se conectar em máquinas, sistemas e ativos pelos quais as empresas poderão criar redes inteligentes
ao longo de toda a sua cadeia de valor e que podem controlar
os módulos da produção de forma autônoma. Diante disso,
os portos inteligentes terão a capacidade e autonomia para
agendar manutenções de equipamentos, prever falhas nos
processos e se adaptar aos requisitos e mudanças não planejadas na operação.
O World Economic Forum (2018) apontou como “os principais desafios” para as empresas do setor de logística e
transporte no Brasil, até 2022: em primeiro lugar, a disponibilidade de talentos; em segundo lugar, o custo da produção; e,
em terceiro lugar, o custo da mão-de-obra”.
(Moretti, De Araújo, De Oliveira-Monteiro, Ensino portuário: importância do
desenvolvimento de competências genéricas)
Thomas Davenport e Laurence Prusak são referência
na gestão do conhecimento organizacional e na classificação de suas práticas. No contexto descrito da gestão
portuária imersa na 4ª
Revolução Industrial, é particularmente relevante o grupo de práticas voltado para
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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