A endodontia regenerativa evoluiu intensamente
nos últimos anos, com o primeiro caso publicado em 2001,
seguido de outro em 2004, despertando a atenção da comunidade científica. Pela primeira vez, resultados clínicos
satisfatórios foram obtidos em dentes necróticos, sem a
obturação do canal radicular com guta-percha ou material
biocerâmico, trazendo uma mudança filosófica no tratamento endodôntico, de que o canal radicular descontaminado necessita ser obturado para alcançar a cura e a resolução da periodontite apical. A partir de então, relatos de
casos foram descritos e pesquisas delineadas, com intuito
de prover respostas a esta nova modalidade terapêutica.
Alguns fatores são determinantes para o êxito da endodontia regenerativa, exceto:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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