Seabra, Dias, Estanislau e Trevisan (2014)
consideram como um transtorno do
desenvolvimento, de origem neurobiológica,
resultado de fatores genéticos, cognitivos e
ambientais, que influencia na aprendizagem da
criança e/ou adolescente, frisando em
dificuldades apresentadas nos aspectos
fonoaudiológicos, como a codificação e
decodificação. Trata-se de um transtorno de
aprendizagem mais prevalente na escola e seu
desenvolvimento dependerá das relações
afetivas, motivações, habilidades intelectuais
e condições sociais, é: