(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/depois-dos-80-anos-dos-paisclv196kic004m01dz745pake2.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Tendo em vista o fragmento “Não é medo da morte, é medo da vida, de não valorizar
a vida que resta. Será assim até nosso último dia juntos, até sermos cobertos pela saudade”, retirado
do texto, infere-se predominantemente que o autor: