Homem de 58 anos, com diabetes tipo 2 há 12 anos, hipertenso...
Segundo a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, qual é a conduta mais adequada?
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: Pela Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, a combinação de doença aterosclerótica recente, diabetes, hipertensão e LDL-c persistentemente ≥100 mg/dL apesar de estatina máxima tolerada associada à ezetimiba enquadra o paciente em risco cardiovascular extremo. Nesse grupo, as metas são LDL-c <40 mg/dL e não-HDL-c <70 mg/dL; como o caso permanece muito acima desses alvos, a conduta indicada é acrescentar terapia anti-PCSK9.
- Em prevenção secundária, primeiro classifique o nível de risco pela diretriz antes de olhar a alternativa de tratamento; a meta depende dessa estratificação.
- Se houver SCA recente e LDL-c persistente ≥100 mg/dL apesar de estatina máxima tolerada com ezetimiba, pense em risco extremo e em terapia anti-PCSK9.
- Não aceite mudança terapêutica que não enfrente o alvo dominante do caso: quando o problema é LDL-c/não-HDL-c/ApoB muito acima da meta, fibrato e troca lateral entre estatinas não substituem a intensificação recomendada.
- Cheque se a alternativa traz a meta correta da categoria: para risco extremo, a base decisiva é LDL-c <40 mg/dL e não-HDL-c <70 mg/dL.
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