Com a crise do modelo agrário-exportador, em fins de 1929, ...

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Q1790555 Geografia
“[A industrialização no tempo de Getúlio Vargas] teve como primeira característica (...) o surgimento de novos setores produtivos”. No lugar dos tradicionais ramos de tecidos, vestuário e produtos alimentícios, cresceriam, doravante, setores como a metalurgia, mecânica, cimento, material elétrico e transportes, além das indústrias químicas e farmacêuticas.
Uma série de bens industriais que até aquele momento eram importados pelo país passaria, daí por diante, a ser produzidos internamente. A esse processo damos o nome de substituição de importações. Esta seria a 'marca registrada' da história da industrialização brasileira até meados da década de 1950.
(...) O Estado seria o principal agente dessa transformação. (...) A principal tarefa agora era implantar um setor industrial que produzisse bens de produção [que servem para produzir outros bens. Por exemplo, fábricas de aço, máquinas, tratores, peças etc], isto é, um setor de indústrias de base ou pesadas. Somente com suas criações haveria chances de êxito para o processo de substituição de importações, sem o país precisar importar do exterior tudo o que necessitasse em matéria de equipamentos ou matérias-primas industriais (...).
A burguesia brasileira não tinha condições de aplicar seus recursos nesse tipo de empreendimento. (...) O empresariado voltou-se para o Estado e dele exigiu uma postura intervencionista naqueles setores onde a iniciativa privada fosse insuficiente."
(MENDONÇA, Sônia. A industrialização brasileira. São Paulo: Moderna, 1996. pp. 40-44)
Com a crise do modelo agrário-exportador, em fins de 1929, foram geradas diversas condições para o crescimento da indústria nacional. No que se refere à industrialização brasileira durante o governo de Vargas, é possível verificar que:
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