Antes da implementação de um programa municipal voltado à
prevenção da violência em áreas de alta vulnerabilidade, a equipe
técnica elaborou um modelo lógico para organizar os principais
elementos da intervenção. O diagrama, entretanto, apresentou
fragilidades: algumas atividades, como oficinas comunitárias e
patrulhamento escolar, não estavam vinculadas aos insumos
necessários à sua execução; determinados produtos (relatórios de
mediação de conflitos, por exemplo) não se conectavam a
resultados mensuráveis; e os impactos esperados, como “redução
da criminalidade”, não derivavam logicamente das ações
propostas. Considerando os fundamentos da avaliação ex ante e a função do
modelo lógico no desenho de programas de segurança pública, é
correto afirmar que essas inconsistências revelam