Mulher de 38 anos, sem diagnóstico prévio de doença autoimu...
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Ano: 2026
Banca:
FGV
Órgão:
HU Brasil
Prova:
FGV - 2026 - HU Brasil - Área de Atuação - Hansenologia |
Q4311145
Medicina
Mulher de 38 anos, sem diagnóstico prévio de doença
autoimune, procura atendimento por dor e edema progressivos
no membro inferior esquerdo há 3 dias. Há quatro anos,
apresentou trombose venosa profunda (TVP) proximal não
provocada, tratada com anticoagulação durante seis meses. Dois
anos depois, sofreu acidente vascular cerebral isquêmico,
também sem fator desencadeante identificado. Nega uso de
anticoncepcionais, tabagismo ou história familiar de trombofilia.
Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável, com edema assimétrico e dor à palpação da panturrilha esquerda. A ultrassonografia com Doppler demonstra nova TVP envolvendo as veias femoral e poplítea.
Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina: 12,6 g/dL; leucócitos: 7.800/mm³; plaquetas: 108.000/mm³; creatinina: 0,8 mg/dL; TP/INR: 1,0; TTPa: 58 segundos (controle: 30 segundos); anticoagulante lúpico: positivo; anticardiolipina IgG: 92 GPL; antiβ2-glicoproteína I IgG: fortemente positivo; FAN: negativo; antiDNA de dupla hélice: negativo.
Os anticorpos antifosfolípides permanecem positivos em nova determinação realizada 12 semanas depois.
Após o tratamento da fase aguda do evento trombótico com anticoagulação parenteral, deve-se definir a estratégia de prevenção secundária em longo prazo.
Considerando o diagnóstico mais provável, o significado dos achados laboratoriais e o mecanismo farmacológico do tratamento, assinale a alternativa correta.
Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável, com edema assimétrico e dor à palpação da panturrilha esquerda. A ultrassonografia com Doppler demonstra nova TVP envolvendo as veias femoral e poplítea.
Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina: 12,6 g/dL; leucócitos: 7.800/mm³; plaquetas: 108.000/mm³; creatinina: 0,8 mg/dL; TP/INR: 1,0; TTPa: 58 segundos (controle: 30 segundos); anticoagulante lúpico: positivo; anticardiolipina IgG: 92 GPL; antiβ2-glicoproteína I IgG: fortemente positivo; FAN: negativo; antiDNA de dupla hélice: negativo.
Os anticorpos antifosfolípides permanecem positivos em nova determinação realizada 12 semanas depois.
Após o tratamento da fase aguda do evento trombótico com anticoagulação parenteral, deve-se definir a estratégia de prevenção secundária em longo prazo.
Considerando o diagnóstico mais provável, o significado dos achados laboratoriais e o mecanismo farmacológico do tratamento, assinale a alternativa correta.