Uma mulher de 20 anos de idade, nuligesta, foi encaminhada
para o pronto atendimento de um hospital universitário, com
quadro de dor pélvica intermitente fazia uma semana. Havia
1 dia, a dor tornou-se mais intensa e constante. No exame
físico, a paciente encontrava-se em bom estado geral, afebril,
com pressão arterial de 110 × 70 mmHg, apresentando dor
acentuada à palpação em fossa ilíaca direita. Os resultados do
hemograma e do exame de urina foram normais e do teste de
gravidez foi negativo. A ultrassonografia transvaginal mostrou
uma imagem anecoica de 10 cm de diâmetro em ovário direito,
com septação interna e sem fluxo ao doppler.
O quadro clínico apresentado é característico de