Na Cirurgia Buco-Maxilo-Facial, o tratamento e prognóstico d...
Sua frequência relativa se iguala à frequência combinada de todos os outros tumores odontogênicos.
(07) O ameloblastoma tende a se infiltrar entre o osso esponjoso trabecular intacto na parte periférica do tumor antes que a reabsorção do osso se torne radiograficamente evidente. Por conseguinte, a margem real do tumor se estende, frequentemente, além de sua margem clínica ou radiográfica aparente. Tentativas de remover o tumor por curetagem podem, dessa forma, deixar para trás pequenas ilhas de tumor dentro do osso, que são determinadas posteriormente como doença recorrente.
(10) É raro em crianças com menos de 10 anos e relativamente comum no grupo de 10 a 19 anos. O tumor mostra prevalência na terceira década de vida. Leve predileção pelo gênero feminino (1,4:1). Cerca de 15% a 20% dos ameloblastomas ocorrem na maxila posterior. A dor e a parestesia são incomuns, mesmo nos tumores grandes. A reabsorção das raízes dos dentes adjacentes ao tumor é incomum.
(15) Devido à natureza agressiva e altamente infiltrativa do ameloblastoma, recomenda-se a ressecção do tumor com margens ósseas lineares de 1,0 cm. Esta margem óssea linear deve ser confirmada através de radiografias transoperatórias. Margens de tecidos moles são mais bem administradas de acordo com os princípios de margem de barreira anatômica onde esta não envolvida ao redor é sacrificada na periferia do espécime.
(20) Os ameloblastomas são tumores de origem epitelial odontogênica. Podem surgir dos restos da lâmina dentária, de um órgão do esmalte em desenvolvimento, do revestimento epitelial de um cisto odontogênico, ou das células basais da mucosa oral. Anotomopatologicamente este tumor mostra uma tendência para desenvolver alterações císticas; mascroscopicamente, a maioria dos tumores apresenta combinações variadas de características císticas e sólidas.
Assinale a alternativa que indica o somatório de pontos CORRETOS: