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Q3927478 Serviço Social
Durante um seminário de formação continuada, um grupo de assistentes sociais foi provocado a refletir sobre os desafios ético-políticos no enfrentamento das múltiplas opressões presentes nas políticas públicas. Dentre os temas discutidos estavam as relações de gênero, raça, etnia, sexualidade e diversidade. Uma das participantes sugeriu que tais dimensões deveriam ser tratadas como pautas identitárias separadas da questão social, enquanto outros profissionais defenderam a abordagem interseccional, baseada na crítica estrutural do capital. Com base no estudo crítico das relações entre questão social, gênero, etnia e diversidade no serviço social brasileiro, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A desigualdade de gênero, raça e etnia deve ser compreendida como uma expressão secundária da questão social, subordinada à dinâmica de classe, sendo tratada preferencialmente como pauta identitária, e não como questão estrutural.
( ) A articulação entre a questão social e os marcadores sociais da diferença, como gênero, raça e etnia, impõe ao serviço social a necessidade de adotar uma abordagem interseccional em suas práticas profissionais.
( ) A noção de diversidade, embora incorporada em políticas públicas recentes, muitas vezes é capturada por discursos liberais que despolitizam os processos de exclusão, desviando o foco da crítica à estrutura de exploração capitalista.
( ) O racismo estrutural e o patriarcado não são considerados elementos centrais da questão social, uma vez que não derivam diretamente da exploração do trabalho no capitalismo.
( ) A atuação profissional crítica exige do assistente social a compreensão de que a opressão de raça, etnia, gênero e sexualidade está imbricada à lógica da acumulação capitalista e não deve ser tratada de forma fragmentada nas políticas sociais.
A sequência está correta em 
Alternativas