Um paciente de 58 anos internado em um grande
hospital terciário da capital está no 12º dia de
pós-operatório (DPO) de uma
duodenopancreatectomia (DP), complicada por
uma fístula pancreática clinicamente relevante
Grau B, segundo o ISGPS (International Study
Group of Pancreatic Surgery). Na enfermaria, o
paciente evolui subitamente com letargia, palidez
cutânea, sudorese fria, frequência cardíaca de 130
bpm e pressão arterial de 85×45 mmHg. O débito
do dreno abdominal, que era seroso, torna-se
agudamente hemático-escuro (“borra de café”);
não há hematêmese nem melena. Após reanimação
volêmica inicial com 2 L de cristaloide, o paciente
recupera a consciência, mas mantém-se
taquicárdico (FC 115 bpm) e com pressão arterial
limítrofe (100×60 mmHg). Há suspeita de erosão do
coto arterial gastroduodenal. Diante desse quadro,
qual é a conduta diagnóstico-terapêutica prioritária
e mais adequada?