🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Sobre as infecções sexuais transmissíveis, que são um probl...

Próximas questões
Com base no mesmo assunto
Q1152618 Farmácia
Sobre as infecções sexuais transmissíveis, que são um problema de saúde pública e que apresentam tratamentos farmacológicos efetivos, relacione a COLUNA II com a COLUNA I, associando a infecção sexualmente transmissível com o tratamento farmacológico correto.
COLUNA I Gonorreia Linfogranuloma venéreo Sífilis tardia Tricomoníase


COLUNA II

( ) Benzilpenicilina benzatina

( ) Ceftriaxona

( ) Doxicilina

( ) Metronidazol


Assinale a sequência correta.


Alternativas

Comentários

Veja os comentários dos nossos alunos

Resposta letra C:

Benzilpenicilina benzatina - padrão-ouro para Sífilis tardia

Ceftriaxona - Linfogranuloma venéreo

Doxicilina - Gonorréia

Metronidazol - único permitido para tratar Trichomonas vaginalis

Resposta letra C:

Benzilpenicilina benzatina - Sífilis tardia

Doxicilina - Linfogranuloma venéreo

Ceftriaxona - Gonorréia

Metronidazol - único permitido para tratar Trichomonas vaginalis

O x da questão é saber que, em patologia de tricomoníase (metronidazol é o recomendado para o protozoário Trichomonas vaginalis) e no caso de linfogranuloma venéreo também chamado de mula ou LGV, é uma infecção sexualmente transmissível causada por três tipos diferentes da bactéria Chlamydia trachomatis, que também é responsável pela clamídia. Essa bactéria, ao atingir a região genital, leva à formação de feridas indolores e cheias de líquido que nem sempre são percebidas. Vide tratamento para linfogranuloma:

Doxiciclina por 14 a 21 dias;

Eritromicina por 21 dias;

Sulfametoxazol/ trimetoprim por 21 dias;

Azitromicina por 7 dias.

Importante lembrar que esses medicamentos fazem parte do tratamento "completo" do PEP, profilaxia pós-exposição. Excetuando-se a Doxiciclina, que é substituída pela Azitromicina no tratamento da C trachomatis. Que envolve também o TARV por 28 dias, preferencialmente o TDF + 3TC + DTG. Não é de práxis que se faça sempre o protocolo por completo (para evitar uso irracional de ATB), apenas em caso indicativo dessas doenças ( no atendimento ou no acompanhamento) ou situação de alta vulnerabilidade, como em caso de vítimas de violência sexual.

Fonte: PCDT PEP Ministeiro da saúde - 2018

Clique para visualizar este comentário

Visualize os comentários desta questão clicando no botão abaixo