A partir da organização dos Movimentos Sociais do Campo, no final dos anos de 1990,
principalmente pós-massacre de Eldorado do Carajás, surge o debate em torno da
Educação do Campo, de modo a construir princípios e valores pautados em um projeto,
visando às transformações sociais. O debate conceitual que se inicia é marcado por disputa
e contradições frente ao avanço do capital com a expansão do modelo do agronegócio. Para
o geógrafo e professor Bernardo Mançano Fernandes, trata-se de uma disputa de “território
imaterial” e a educação é um dos principais espaços de disputa. No processo de construção
da concepção da Educação do Campo, é correto afirmar: