O psicólogo hospitalar é parte integrante da humanização hos...

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Q3949617 Psicologia
O psicólogo hospitalar é parte integrante da humanização hospitalar, podendo atuar em várias frentes e alinhado com diferentes profissionais. Tendo em vista o ambiente de UTI, frio e tecnológico, condição que pode ser considerada oposta ao “calor humano”, são abordagens adequadas de atuação em humanização nesse contexto: 
Alternativas

Gabarito comentado

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Gabarito: A

O que precisava saber: Era necessário reconhecer que, na humanização em UTI, visita e acompanhante integram o projeto terapêutico, a visita estendida favorece apoio emocional e redução do isolamento, reuniões com a família fortalecem comunicação e corresponsabilização, e a visita de animais de estimação pode compor práticas humanizadoras quando admitida pela instituição e com controle sanitário.

Critério decisivo: A alternativa correta é a que reúne práticas compatíveis com a Política de Humanização: conferência/reunião familiar, visita estendida, presença de acompanhante e possibilidade de visita de animal de estimação quando institucionalmente prevista. Medidas de restrição por si só, ou a exclusão do suporte familiar, contrariam essa lógica.

Tema central: Humanização hospitalar na UTI, com foco em dispositivos de aproximação família-paciente e ampliação do vínculo no cuidado.
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A reúne exatamente os dispositivos apontados na base como compatíveis com a humanização na UTI: conferências familiares, que favorecem comunicação, alinhamento de condutas e tomada de decisão mais humanizada; visitas estendidas, que ampliam o apoio emocional e reduzem o isolamento do paciente; permanência de acompanhante, tratada como elemento integrante do projeto terapêutico; e visita de animais de estimação, admitida como prática de valorização de vínculos afetivos quando prevista institucionalmente e com controle sanitário.
B
Errada
Embora contenha conferência familiar e permanência de acompanhante, a restrição de visitas às crianças não corresponde ao conjunto de práticas de ampliação de vínculo e aproximação família-paciente cobrado pela questão.
C
Errada
A limitação de acompanhantes por suposta insalubridade contraria diretamente a base, que trata visita e acompanhante como elementos integrantes do projeto terapêutico e destaca que justificativas sanitárias genéricas não afastam essa lógica de humanização.
D
Errada
Ao prever comunicação assertiva apenas com o paciente, a alternativa exclui a família e a rede de apoio, o que contraria a base, segundo a qual a humanização na UTI envolve participação da família no cuidado e fortalecimento do vínculo com a equipe.
E
Errada
Limitar visitas para não agitar os pacientes reforça uma lógica de restrição e controle, enquanto a base afirma que a humanização em ambiente de UTI exige reduzir o distanciamento relacional e não reforçar o isolamento.
Pegadinha da questão
A pegadinha foi misturar medidas humanizadoras com elementos restritivos, como limitação de visitas, restrição de crianças, afastamento de acompanhante por justificativa sanitária genérica ou exclusão da família, trocando a lógica de acolhimento pela lógica de controle.
Dica para questões semelhantes
  • Em questões sobre humanização na UTI, procure alternativas que ampliem a presença da família e do acompanhante no cuidado, e não as que reforcem isolamento.
  • Reunião ou conferência com familiares costuma apontar para comunicação, corresponsabilização e alinhamento terapêutico, elementos compatíveis com a humanização.
  • Se a alternativa usar restrições genéricas de visita ou de acompanhante como eixo principal, ela tende a contrariar a lógica da Política de Humanização.
  • Quando aparecer visita de animal de estimação, o ponto correto é tratá-la como prática possível de humanização quando houver previsão institucional e controle sanitário.

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