A incontinência urinária feminina constitui um dos distúrb...

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Q3749342 Fisioterapia
A incontinência urinária feminina constitui um dos distúrbios mais prevalentes na saúde da mulher, especialmente após gestação, menopausa ou cirurgias ginecológicas. Alterações estruturais no suporte pélvico, disfunções neuromusculares e perdas na integridade fascial interferem diretamente na mecânica uretral e na capacidade de continência. Nesse contexto, a fisioterapia utiliza estratégias de modulação neuromuscular, treinamento proprioceptivo e técnicas de reeducação pressórica para restauração funcional.

I. O treinamento sistematizado da musculatura do assoalho pélvico é reconhecido como intervenção terapêutica de primeira escolha para o tratamento da incontinência urinária de esforço, por promover melhora da função de suporte uretral, da contratilidade dos elevadores do ânus e da coordenação sinérgica entre as musculaturas pélvica e abdominal profunda.
II. A contração voluntária e corretamente executada dos músculos do assoalho pélvico eleva a uretra, aumenta a rigidez do tecido conjuntivo periuretral, otimiza o fechamento esfincteriano e incrementa a pressão uretral de repouso — mecanismos fundamentais para compensar aumentos súbitos da pressão intra-abdominal, como ocorre durante tosse, espirro, salto ou exercícios de impacto.

Sobre essas duas afirmativas, é correto afirmar que:  
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