Na triagem para Aneuploidias, qual das alternativas a segui...

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Q736337 Medicina
Na triagem para Aneuploidias, qual das alternativas a seguir NÃO representa um marcador de primeiro trimestre?
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Tema central: Nesta questão, o foco é identificar quais marcadores são reconhecidamente utilizados na triagem de aneuploidias no primeiro trimestre da gestação. É fundamental dominar os exames recomendados no rastreamento precoce de síndromes cromossômicas, especialmente trissomia 21 (síndrome de Down), conforme os protocolos nacionais e internacionais.

Justificativa da alternativa correta (E):

A localização placentária não é considerada um marcador de triagem para aneuploidias no primeiro trimestre. Sua avaliação faz parte do exame morfológico fetal, porém não existe relação comprovada entre a posição da placenta e o risco de síndromes cromossômicas. Tal entendimento está alinhado com a recomendação do Ministério da Saúde: "A triagem de primeiro trimestre é realizada geralmente entre a 11ª e 14ª semanas de gestação e deve incluir avaliação ultrassonográfica com medida da TN, avaliação do osso nasal e do ducto venoso." (Saúde Brasil 2019, seção Síndrome de Down).

Análise das alternativas incorretas:

A) Translucência nucal: Correta como marcador. Sua medida aumentada entre 11-14 semanas é classicamente associada ao risco de aneuploidias, e está padronizada na prática clínica.

B) Fácies achatado: Embora seja um achado clínico pós-natal nos casos de síndrome de Down, não é marcador avaliado no ultrassom do primeiro trimestre. Frequentemente constitui uma pegadinha em provas—fique atento, pois o termo pode induzir erro caso seja confundido como achado ultrassonográfico.

C) Ducto venoso: Correta como marcador. O Doppler do ducto venoso pode detectar alterações associadas a anomalias cromossômicas, sendo recomendação oficial de rastreamento.

D) Válvula tricúspide: Correta como marcador. A regurgitação da tricúspide, avaliada no ultrassom, é um marcador utilizado em protocolos de triagem.

Dicas para provas: Ao identificar marcadores de triagem, sempre relacione aos exames preconizados entre 11-14 semanas. Questões desse tipo frequentemente apresentam pegadinhas — como características clínicas só detectadas após o nascimento ou achados que, embora avaliados no ultrassom, não se associam formalmente ao rastreio de aneuploidias.

Resumo: A alternativa E) Localização placentária não integra os marcadores de triagem do primeiro trimestre para aneuploidias, enquanto TN, ducto venoso e tricúspide sim, conforme atual consenso científico e diretrizes do Ministério da Saúde.

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Na triagem para aneuploidias, a localização placentária não é um marcador de primeiro trimestre. Isso porque a localização da placenta não se relaciona diretamente com alterações cromossômicas ou estruturais do feto. Os outros quatro marcadores apresentados na questão têm relação com possíveis anormalidades no desenvolvimento fetal e podem indicar a necessidade de realização de exames complementares para confirmar ou descartar possíveis síndromes cromossômicas. É importante lembrar que a triagem para aneuploidias deve ser realizada em conjunto com outros exames e avaliações clínicas.

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