Na prática clínica do psicólogo, a utilização do DSM5 como recurso para subsidiar diagnósticos pode
trazer contribuições significativas, sobretudo na
organização de critérios e na comunicação entre
profissionais de saúde. Entretanto, essa prática
requer cautela, uma vez que o diagnóstico não deve
reduzir o sujeito a um rótulo, mas ser compreendido
em sua complexidade e singularidade. Considerando
essa perspectiva, é correto afirmar que