No contexto da teoria do currículo cultural e de acordo
com a perspectiva pós-crítica da Educação Física apresentada por Neira e Nunes (em Bossle et al., 2020), existe, nas atividades de ensino, um processo que valoriza
a subjetividade e a pluralidade cultural e, por intermédio
dele, as práticas corporais são reconstruídas, reelaboradas ou recriadas por meio de negociações de sentido,
promovidas pelos diferentes pontos de vista e intenções
dos estudantes.
Essa etapa das atividades de ensino é denominada