Paciente gestante de 28 anos, Rh D negativo, parceiro Rh D p...

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Q4151623 Medicina
Paciente gestante de 28 anos, Rh D negativo, parceiro Rh D positivo. Primeira gestação, sem eventos (não sensibilizada). Pré-natal com Pesquisa de Anticorpos Irregulares (PAI) positiva no 2º trimestre, com anticorpo anti-D identificado. Na investigação fetal, doppler da artéria cerebral média (ACM) mostrou velocidade sistólica máxima aumentada, indicando anemia fetal. Realizada transfusão intrauterina de concentrado de hemácias para tratamento da anemia severa. Sobre o assunto, analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas

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Gabarito: A

Fundamento decisivo: A questão se resolve pelo conhecimento obstétrico consolidado de que a transfusão intrauterina para anemia fetal por aloimunização anti-D é procedimento de alta complexidade, realizado em medicina fetal/alto risco e, habitualmente, pela veia umbilical; assim, a alternativa A erra ao situar o procedimento em baixo risco e ao citar artéria do cordão.

Tema central: Isoimunização Rh
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A é a incorreta porque descreve de forma imprecisa a transfusão intrauterina: o procedimento não é conduzido em centro de gestações de baixo risco e o acesso intravascular usual é pela veia umbilical, não pela artéria do cordão. No caso, há aloimunização anti-D com anemia fetal, cenário em que essa terapêutica é reservada à medicina fetal especializada.
B
Errada
C
Errada
D
Errada
E
Errada
Pegadinha da questão
A banca misturou uma afirmação geral verdadeira com dois erros técnicos: trocar centro especializado por baixo risco e veia umbilical por artéria umbilical.
Dica para questões semelhantes
  • Em aloimunização Rh, diferencie profilaxia anti-D de tratamento fetal: imunoglobulina anti-D previne sensibilização, não trata anemia fetal já instalada.
  • Se a questão citar transfusão intrauterina, pense em procedimento de medicina fetal de alta complexidade, não em cuidado obstétrico de baixo risco.
  • No tratamento invasivo da anemia fetal, o detalhe técnico habitual é o acesso pela veia umbilical.
  • PAI positiva com anti-D e doppler da ACM com velocidade sistólica máxima aumentada apontam para doença hemolítica fetal com conduta específica.

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