a medida do antígeno prostático específico (PSA) para rastre...
com intuito de buscar medidas de prevenção para manter a sua
saúde. Ele negou quaisquer sintomas, bem como comorbidades
tabagismo e etilismo, tendo informado ao médico que pratica
exercícios físicos 5 vezes por semana. Seu exame clínico não
mostrou quaisquer alterações.
Com base nesse caso, o médico deve solicitar
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Análise da Questão: O tema central da questão é prevenção e rastreamento do câncer de próstata em homens na faixa etária de 50 anos, como o caso do paciente Mário. Aqui, é essencial entender quais exames preventivos são recomendados para homens nessa idade, mesmo quando não há a presença de sintomas ou fatores de risco óbvios como tabagismo ou etilismo.
Alternativa Correta: E - Errado
A alternativa é considerada errada porque o exame de PSA (antígeno prostático específico) não isenta o paciente de se submeter ao toque retal. Ambos são componentes importantes do rastreamento do câncer de próstata.
Justificativa: De acordo com as diretrizes atuais, o rastreamento do câncer de próstata em homens a partir dos 50 anos pode incluir tanto a dosagem do PSA quanto o toque retal. Esses exames são complementares: o PSA é um exame de sangue que pode indicar alterações na próstata, enquanto o toque retal permite ao médico avaliar fisicamente a próstata e detectar anormalidades. Portanto, um PSA normal não elimina a necessidade do toque retal, pois algumas condições podem ser detectadas apenas por meio do exame físico.
Observação Importante: A decisão de realizar ou não esses exames deve ser baseada na discussão entre médico e paciente, levando em consideração fatores individuais de risco e preferências pessoais.
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Comentários
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Essa afirmação está incorreta. A dosagem do PSA (Antígeno Prostático Específico), embora seja um exame importante no rastreamento do câncer de próstata, não substitui o exame de toque retal, mesmo que o resultado do PSA esteja dentro dos valores considerados normais.
Isso se deve a algumas limitações do PSA:
1. Falsos negativos: Alguns casos de câncer de próstata não resultam em aumento significativo do PSA, especialmente os tumores mais agressivos e em estágios iniciais.
2. Complementaridade do toque retal: O exame de toque retal permite avaliar características da próstata, como consistência e presença de nódulos, que podem indicar alterações malignas mesmo quando o PSA está normal.
Portanto, a abordagem ideal para o rastreamento do câncer de próstata envolve a associação do PSA com o exame de toque retal, conforme recomendado por muitas sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). A decisão de realizar os exames deve ser baseada na conversa entre o médico e o paciente, considerando fatores como idade, histórico familiar e outros riscos individuais.
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