Paciente do sexo masculino, 63 anos, com
histórico de hipertensão arterial sistêmica e
etilismo, em uso contínuo de AAS e captopril,
encontra-se em atendimento de emergência para
avaliação após queda da própria altura, a qual
resultou em traumatismo craniano occipital. Não
houve alteração do nível de consciência,
tampouco náuseas, vômitos e/ou convulsões. O
paciente foi encaminhado para estudo
tomográfico de crânio, o qual demonstrou atrofia
cerebral difusa com ausência de achados agudos
relacionados ao trauma recente. Permaneceu em
observação por 12 horas e recebeu alta hospitalar
sem déficits neurológicos. Para esse caso, qual é
a melhor orientação a ser dada no momento da
alta hospitalar?