Um agente público cometeu um ato doloso com fim ilícito,
de vontade livre e consciente, e enriqueceu-se ilicitamente, por auferir vantagem patrimonial em razão do exercício do seu mandato.
Nesse contexto hipotético, a partir da ocorrência do fato,
a ação para a aplicação das sanções previstas na Lei de
Improbidade Administrativa (LIA) prescreve em
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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