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Uso de plástico bate recorde global, apesar de esforços contra poluição, diz estudo.
O mundo está produzindo uma quantidade recorde de resíduos plásticos descartáveis, principalmente feitos de polímeros criados a partir de combustíveis fósseis, apesar dos esforços globais para reduzir a poluição plástica e as emissões de carbono, segundo um novo relatório divulgado nesta segunda-feira. Em junho passado, o Escritório de Estatísticas Nacionais do Reino Unido disse que as emissões de gases de efeito estufa do Reino Unido caíram 13%, para pouco mais de 478 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente no ano até 2020. “Isso demonstra, sem sombra de dúvida, que o problema da poluição plástica está ficando muito maior e está sendo impulsionado pelos produtores de polímeros, que são, é claro, impulsionados pelo setor de petróleo e gás”, disse Andrew Forrest, fundador da Minderoo e diretor-executivo da gigante de minério de ferro Fortescue Metals. Ele está propondo um “prêmio de polímero” para cada quilo de polímero plástico feito de combustíveis fósseis para dar às pessoas, empresas e governos um incentivo financeiro para reciclar mais. “No mundo avançado, esse pagamento de polímero levará à cobrança mecanizada automática. No mundo em desenvolvimento, isso levará pessoas que de outra forma não teriam nenhum trabalho, a trabalhar para garantir que não haja lixo plástico indo para o oceano, não haja lixo plástico nas ruas, não haja lixo plástico envenenando a vida selvagem”, disse.
No título do texto aparece como elemento conector uma locução expressando uma ideia de: