dose de reforço da vacina contra a coqueluche.
higienização de um hospital público do Distrito Federal. Ela
procurou o serviço médico de sua empresa para fazer uma
atualização de sua carteira de vacinação. Nessa ocasião, o médico
verificou que não havia comprovação de vacinação anterior, salvo
há 16 anos, quando lhe foi aplicada a vacina contra a febre amarela.
Considerando o caso clínico apresentado e o calendário básico de
vacinação proposto pelo Ministério da Saúde do Brasil, o médico
deve prescrever
Gabarito comentado
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Tema central: A questão aborda vacinação de adultos profissionais de saúde, em especial a indicação (ou não) do reforço da vacina contra a coqueluche (dTpa) para uma funcionária do serviço de higienização hospitalar.
Orientação clínica baseada em diretrizes: Segundo o Calendário Técnico Nacional de Vacinação do Adulto do Ministério da Saúde, profissionais de saúde só recebem reforço da vacina dTpa (inclui coqueluche) se atuarem diretamente com recém-nascidos e crianças menores de um ano em ambiente hospitalar, como maternidades ou UTIs neonatais. Demais profissionais, inclusive os de higienização (sem contato direto com esse público vulnerável), seguem apenas o calendário de vacinação do adulto, que recomenda a vacina dT (contra difteria e tétano), mas não o reforço específico para coqueluche.
Justificativa da alternativa correta (E – Errado): No cenário apresentado, não há indicação do reforço da vacina dTpa. O correto para Joana é avaliar e completar o esquema da vacina dT (dupla adulto), salvo se atuasse diretamente com recém-nascidos, quando aí sim se indicaria a dTpa.
Análise da alternativa incorreta (C – Certo): A alternativa estaria correta apenas se se tratasse de profissional de saúde com contato intenso e direto com neonatos em ambientes de alto risco. Como Joana trabalha na limpeza, a prescrição de dTpa como reforço não se aplica ao seu caso.
Dicas estratégicas para concursos: Fique atento às pegadinhas! Muitas questões tentam confundir ao generalizar recomendações válidas apenas para grupos de risco. Observe as especificidades ocupacionais e os contextos previstos em protocolo.
Trecho oficial relevante: “Profissionais de saúde atuantes em qualquer área e parteiras tradicionais e estagiários da área da saúde que atuam em maternidades e em unidades de internação neonatal... administrar 1 dose da dTpa (...). Para profissionais sem contato com RN ou UTI neonatal, não há indicação de dTpa como rotina.”
Conclusão: Para profissionais de higienização hospitalar, não está recomendada a dose de reforço da vacina contra coqueluche pelo PNI. A alternativa E (errado) deve ser assinalada.
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