Mulher de 27 anos procurou o Ambulatório de Psiquiatria, ac...
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Q4437010
Psiquiatria
Mulher de 27 anos procurou o Ambulatório de Psiquiatria,
acompanhada da mãe, dez dias após ter sido vítima de um
assalto a mão armada na porta de casa.
Segundo sua mãe, que estava na janela e testemunhou o ocorrido, após o evento, a filha seguiu para o trabalho. Ao chegar em casa, não comentou nada. Inicialmente, a mãe achou que ela estivesse evitando falar no assunto. Ao longo dos dias, ela questionou a filha sobre o assalto. Contudo, a moça demonstrava não se lembrar. Após alguns dias, a moça passou a relatar intenso sofrimento e ansiedade pelo lapso de memória. Sem outras queixas. Por isso, resolveram procurar atendimento médico. Nega uso de álcool ou outras substâncias, cefaleia, história pessoal ou familiar de enxaqueca ou epilepsia.
Exame neurológico sem alterações. Ao exame psíquico, paciente orientada auto e alopsiquicamente, preserva as demais memórias, conhecimento semântico e procedural; nível de consciência e atenção preservados. Não apresenta alterações de comportamento nem parece se beneficiar da situação (não há afastamento do trabalho, processos judiciais em curso ou disputas relacionadas ao episódio). Apresenta histórico de abuso físico e sexual na infância.
A principal hipótese diagnóstica nesse caso é:
Segundo sua mãe, que estava na janela e testemunhou o ocorrido, após o evento, a filha seguiu para o trabalho. Ao chegar em casa, não comentou nada. Inicialmente, a mãe achou que ela estivesse evitando falar no assunto. Ao longo dos dias, ela questionou a filha sobre o assalto. Contudo, a moça demonstrava não se lembrar. Após alguns dias, a moça passou a relatar intenso sofrimento e ansiedade pelo lapso de memória. Sem outras queixas. Por isso, resolveram procurar atendimento médico. Nega uso de álcool ou outras substâncias, cefaleia, história pessoal ou familiar de enxaqueca ou epilepsia.
Exame neurológico sem alterações. Ao exame psíquico, paciente orientada auto e alopsiquicamente, preserva as demais memórias, conhecimento semântico e procedural; nível de consciência e atenção preservados. Não apresenta alterações de comportamento nem parece se beneficiar da situação (não há afastamento do trabalho, processos judiciais em curso ou disputas relacionadas ao episódio). Apresenta histórico de abuso físico e sexual na infância.
A principal hipótese diagnóstica nesse caso é: