João, valendo-se do anonimato e agindo dolosamente, deu
conhecimento à Polícia Federal de que Mário, servidor público,
atuante junto ao Ministério da Fazenda, estaria desviando uma
série de bens públicos em proveito próprio, muito embora
soubesse ser o agente inocente. Em razão da notícia, o delegado
de polícia, após adotar diligências preliminares, deflagrou
inquérito policial em detrimento de Mário, apurando-se, ao final,
que a denúncia não tinha qualquer fundamento.
Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal, João
responderá pelo crime de: