Para reduzir custos, um consórcio público de
saúde contratou uma empresa de exames sem licitação,
alegando urgência, embora houvesse tempo para o
processo. O contrato foi assinado porque o dono da
empresa é parente de um gestor e ofereceu um pequeno
desconto. Descoberto o caso, um cidadão exigiu a
suspensão do contrato, apontando que a escolha violou
regras básicas que exigem igualdade de condições para as
empresas e proíbem favorecimentos pessoais no serviço
público. Nesse sentido, pode-se afirmar que: