A sala de aula, enquanto microcosmo da realidade
social, constitui-se como um território simbólico e prático
onde se manifestam tensões epistemológicas, políticas e
subjetivas. A condução dos processos de
ensino-aprendizagem nesse espaço exige do docente
não apenas domínio técnico, mas sensibilidade para a
historicidade dos sujeitos e capacidade de reelaborar
percursos pedagógicos à luz das contingências vividas.
Em contextos de desigualdade estrutural e múltiplas
linguagens em disputa, as práticas docentes adquirem
densidade quando: