Uma criança de 8 anos de idade, foi diagnosticada com
paralisia cerebral logo após o nascimento em decorrência de
complicações durante o parto. Ela é alegre e curiosa, mas
suas dificuldades de movimento e coordenação motora
afetam sua independência e participação em atividades
cotidianas. A criança usa uma cadeira de rodas para se
locomover e depende da família para a maioria das
atividades de autocuidado. Sua fala é limitada, por isso ela se
comunica principalmente por meio de gestos e algumas
palavras simples. A mãe relata que tem percebido que a filha
está com dificuldade em participar das atividades da escola.
Para avaliar a participação dessa criança no contexto escolar,
o terapeuta ocupacional pode utilizar