Considerando o voleibol sentado como
um esporte em pleno desenvolvimento com
acréscimos constantes de adeptos a sua prática,
é válida a busca de um método que facilite seu
ensino aprendizado de forma acessível, podendo
ainda contribuir com a formação de futuros atletas.
Ressalta-se ainda, nesse contexto, a facilidade
em inserir a prática do voleibol paraolímpico em
diferentes locais, como escolas, clubes ou outras
instituições, por não exigir grandes recursos
financeiros nem equipamentos especiais(Carvalho;
Gorla; Araújo, 2013) . Ao ensinar vôlei sentado,
um professor enfrenta o desafio de que os
estudantes sem deficiência, acostumados ao vôlei
convencional, subestimam a exigência técnica e
tática da modalidade adaptada, considerando-a
"mais fácil". Para desenvolver uma aula que promova a crítica
a esse preconceito e a aplicação de valores como o respeito à diversidade, a metodologia mais eficaz
seria: