Um adolescente de 17 anos com diagnóstico de
artrite idiopática juvenil poliarticular apresenta
doença controlada há 18 meses em uso regular de
metotrexato. A equipe de reumatologia pediátrica
programa a transição do cuidado para o serviço de
reumatologia do adulto. Observa-se que o paciente
administra sua própria medicação, agenda
retornos, compreende sua doença e tratamento,
mas relata ansiedade relacionada à mudança de
equipe e ao afastamento dos profissionais com
quem criou vínculo. De acordo com
recomendações sobre transição assistida de
pacientes com doenças reumatológicas crônicas,
qual ação é obrigatória nesse processo?