Ecocardiograma transtorácico/transesofágico; tomografia com...
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Ano: 2023
Banca:
MS Consultoria
Órgão:
Prefeitura de Mata de São João - BA
Prova:
MS Consultoria - 2023 - Prefeitura de Mata de São João - BA - Médico Cardiologista Ambulatorial |
Q3569604
Medicina
Ecocardiograma transtorácico/transesofágico; tomografia
computadorizada; ressonância magnética;
aortografia são exames subsidiários que
ajudam na obtenção de informações
importantes, porém não fundamentais
para o diagnóstico de “dissecção aórtica”,
tais sejam: localização da fenda(s)
intimal(is); presença de insuficiência
aórtica; permeabilidade de falsa luz;
comprometimento de ramos da aorta.
(KNOBEL, Elias. Condutas no paciente grave. Vl. 1. 3ª Ed. ARTMED. São Paulo. Cap. 29. P.439/440)
Sobre “Ressonância Magnética”, julgue as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após julgamento, marque a alternativa com a série correta.
I – Oferece a visualização de toda a aorta torácica e abdominal em cortes sagitais e transversais, permitindo o diagnóstico com alta sensibilidade e especificidade.
II – Identifica com muita precisão o flat da íntima, a extensão proximal e distal da dissecção, assim como em alguns casos o local da lesão da íntima, e permite também visualizar o fluxo sanguíneo na falsa luz sem utilização de contraste.
III – É um exame inadequado para pacientes instáveis do ponto de vista clínico.
IV –Tem sido de inestimável valor para os casos crônicos e avaliações ambulatoriais sequenciais de pacientes operados, sendo considerada de padrão-ouro nessas situações.
(KNOBEL, Elias. Condutas no paciente grave. Vl. 1. 3ª Ed. ARTMED. São Paulo. Cap. 29. P.439/440)
Sobre “Ressonância Magnética”, julgue as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após julgamento, marque a alternativa com a série correta.
I – Oferece a visualização de toda a aorta torácica e abdominal em cortes sagitais e transversais, permitindo o diagnóstico com alta sensibilidade e especificidade.
II – Identifica com muita precisão o flat da íntima, a extensão proximal e distal da dissecção, assim como em alguns casos o local da lesão da íntima, e permite também visualizar o fluxo sanguíneo na falsa luz sem utilização de contraste.
III – É um exame inadequado para pacientes instáveis do ponto de vista clínico.
IV –Tem sido de inestimável valor para os casos crônicos e avaliações ambulatoriais sequenciais de pacientes operados, sendo considerada de padrão-ouro nessas situações.