Um paciente de 68 anos de idade, tabagista e etilista
crônico, foi diagnosticado com adenocarcinoma de esôfago
distal (Siewert I) localizado a 3 cm da cárdia, com invasão
até a camada muscular própria (T2) e sem acometimento
linfonodal nas imagens iniciais (N0). Biópsia demonstrou
grau de diferenciação intermediário. TC de tórax/abdome e
PET-CT não revelaram metástases à distância (M0). Considerando o estadiamento T2N0M0, qual a conduta
terapêutica inicial mais recomendada, segundo as diretrizes
atuais?