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“Seu argumento coloca a língua não como uma habilidade que se desenvolve por meio de estímulo e resposta, punição e recompensa, mas como um módulo da mente humana, geneticamente constituído. Contra o empirismo, que define o cérebro como uma tábula rasa, vazia e desestruturada no que diz respeito aos fatos mentais, o aspecto essencial da crítica de ________ é que a estrutura do cérebro é determinada a priori pelo código genético. O cérebro é programado para analisar a experiência e construir saberes com base nela. Apesar de finito, o cérebro humano pode gerar uma infinidade de sentenças por meio de regras. Em contato com o ambiente linguístico de sua comunidade, a criança adquire a língua sem esforço, mesmo sem ter sido ensinada, pois a língua é inata.” (GOMES, Maria Lúcia de Castro. Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa; 3ª edição – editora Inter Saberes; páginas 28 e 29.)
A partir da leitura acima e dos conhecimentos sobre os teóricos que abordaram vários conceitos de linguagem no âmbito de desenvolvimento comunicativo humano, podese dizer que completa corretamente o espaço acima a apresentação do seguinte teórico: