No Brasil constitui-se um movimento social e político que busca a denúncia da
violência dos manicômios, da mercantilização da loucura, da hegemonia de uma rede privada de
assistência, constituindo uma crítica ao modelo hospitalocêntrico na assistência às pessoas com
transtornos mentais, buscando também uma mudança cultural no estigma sobre a loucura. Esse
movimento ficou conhecido como: