A não incorporação do ocrelizumabe para o tratamento
de pacientes adultos com esclerose múltipla remitente
recorrente (EMRR) como alternativa ou quando há
contraindicação ao natalizumabe, no âmbito do SUS, foi
justificada pela constatação de que tal agente consiste
em uma tecnologia mais dispendiosa, sem evidência de
superioridade terapêutica e que dependeria de isenção
fiscal e doação de doses de ocrelizumabe para tal
proposta de incorporação. Os dois agentes terapêuticos
visam moderar os componentes inflamatórios agudos da
Esclerose Múltipla (EM) e, apesar da efetividade limitada,
são anticorpos monoclonais que limitam a disseminação
para o cérebro e medula espinal, em que atacam a
bainha de mielina em torno dos nervos motores de
proteínas específicas expressas em: