A não incorporação do ocrelizumabe para o tratamento de pa...

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Q3626161 Farmácia
 A não incorporação do ocrelizumabe para o tratamento de pacientes adultos com esclerose múltipla remitente recorrente (EMRR) como alternativa ou quando há contraindicação ao natalizumabe, no âmbito do SUS, foi justificada pela constatação de que tal agente consiste em uma tecnologia mais dispendiosa, sem evidência de superioridade terapêutica e que dependeria de isenção fiscal e doação de doses de ocrelizumabe para tal proposta de incorporação. Os dois agentes terapêuticos visam moderar os componentes inflamatórios agudos da Esclerose Múltipla (EM) e, apesar da efetividade limitada, são anticorpos monoclonais que limitam a disseminação para o cérebro e medula espinal, em que atacam a bainha de mielina em torno dos nervos motores de proteínas específicas expressas em:
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