“Eu compreendi mais tarde como aprendi a falar: não eram
os adultos que me ensinavam as palavras segundo um método
preciso, como o fizeram mais tarde para me ensinarem as
letras, era eu por mim mesmo, graças à inteligência que Tu,
Senhor, me deste. Era eu que procurava, através de gemidos,
gritos diversos e gestos vários, manifestar os sentimentos do
coração, para que fizessem minhas vontades”. (Santo
Agostinho, 1984, p. 25.) A partir do fragmento acima, pode-se entender que o papel da Linguagem, neste contexto,
implica que: