Um Professor Técnico Esportivo e de Educação Física orienta...
I. A estratégia "treinar baixo" (realizar sessões com disponibilidade reduzida de carboidratos) potencializa sinalizações moleculares que promovem biogênese mitocondrial e oxidação de gorduras, porém pode comprometer a capacidade de realizar sessões de alta intensidade e aumentar o risco de lesões e imunossupressão.
II. A disponibilidade crônica reduzida de carboidratos deve ser adotada universalmente por atletas de endurance, uma vez que a maior oxidação de gorduras elimina completamente a dependência de glicogênio durante competições de longa duração.
III. A supercompensação de glicogênio eleva as reservas musculares e hepáticas acima dos níveis basais através de fase de depleção seguida de sobrecarga de carboidratos, sendo estratégia com benefício demonstrado para eventos de endurance com duração superior a 90 minutos.
É correto o que se afirma em:
Gabarito comentado
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Gabarito: D
Fundamento decisivo: A questão se decidia pela incompatibilidade de II com a base: não há eliminação completa da dependência de glicogênio nem indicação universal de baixa disponibilidade crônica de carboidratos em endurance. Assim, restam corretas I e III, o que leva à alternativa D.
- Em questões sobre "train low", valide ao mesmo tempo o possível ganho adaptativo e o custo sobre a capacidade de sustentar treino intenso.
- Se a afirmativa disser que gordura passa a substituir completamente o carboidrato em prova de endurance, a tendência é estar errada pela manutenção da dependência de glicogênio em contexto competitivo.
- Supercompensação de glicogênio deve ser reconhecida pelo núcleo do conceito: aumento de estoques acima do basal e utilidade maior em exercícios prolongados, especialmente acima de 90 minutos.
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