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"É impossível imaginar o espanhol sem Cervantes, o inglês sem Shakespeare, e o português sem Clarice." (Benjamin Moser)
O período acima é constituído por:
Gabarito comentado
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Gabarito: E
Fundamento decisivo: “É impossível imaginar o espanhol sem Cervantes, o inglês sem Shakespeare, e o português sem Clarice.” A relação entre “É impossível” e a oração iniciada por “imaginar” é de predicação: a oração infinitiva apresenta aquilo a que se atribui “impossível”, e não funciona como objeto direto. Esse critério confirma a alternativa E.
- Substitua, como teste de análise, toda a oração infinitiva por “isso”: em “Isso é impossível”, fica evidente a função de sujeito.
- Distinga a forma finita do infinitivo antes de classificar as orações: aqui, “É” é finita, enquanto “imaginar” introduz a reduzida.
- Separe a função da oração inteira das funções de seus termos internos; a enumeração no complemento de “imaginar” não elimina a subordinação.
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Vamos achar o sujeito de “é impossível”.
Pergunta: O que é impossível?
Imaginar o espanhol sem Cervantes, o inglês sem Shakespeare e o português sem Clarice.
Portanto, “imaginar…” funciona como sujeito da oração.
A estrutura fica:
[Imaginar o espanhol sem Cervantes…] → SUJEITO
é → verbo de ligação
impossível → PREDICATIVO DO SUJEITO
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